08/08/2018

PORÃO DO ROCK ANUNCIA LANÇAMENTO DE LIVRO COMEMORATIVO DE 20 ANOS

Posted By Porão

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Em 8 de agosto de 1998 foi realizado o primeiro festival Porão do Rock, mesmo nome pelo qual ficou conhecido o subsolo de um bloco comercial da quadra 207 Norte, o local preferido para ensaio das bandas de Brasília nos anos 1990. Com uma produção simples e grupos de estilos variados, o evento na Concha Acústica foi a ponta de lança daquele que se tornou um dos mais importantes festivais independentes do Brasil. E um dos mais longevos.

No ano em que completa duas décadas, o Festival será imortalizado numa obra à sua altura com o lançamento do livro “Histórias do Porão”. Escrito por Pedro de Luna, o único jornalista de fora de Brasília a cobrir a primeira edição e autor de sete livros, a obra conta os causos de bastidores, os melhores e os piores momentos, as cenas inesquecíveis e os desafios enfrentados ao longo desses 20 anos.

O Porão do Rock começou como um agrupamento de bandas num subsolo, tornou-se um grande evento e transcendeu para uma ONG. Por suas diversas ações de sustentabilidade e responsabilidade social, o Festival recebeu prêmios importantes. “Histórias do Porão” também destaca as premiadas campanhas publicitárias do Festival, o cartão telefônico e a lata de cerveja do Porão, o outdoor em formato de case de guitarra e outras peças criativas de marketing.

Ricamente ilustrado em 228 páginas coloridas e protagonizado por cinco roqueiros ilustres de Brasília, “Histórias do Porão” contribuirá, e muito, para a (ainda) escassa bibliografia sobre cenas musicais e festivais independentes no Brasil. Pedro de Luna lembra uma coincidência: “Logo depois de lançarmos o livro do Porão, publicarei a minha biografia do Planet Hemp que, curiosamente, foi preso em Brasília há pouco mais de 20 anos, em novembro de 1997. Mas o primeiro show deles no Festival só aconteceu recentemente, no Porão de 2016.

Ao lado dos irmãos Alf e Raul, o produtor Gustavo Sá é o único que trabalhou em todas as 20 edições do Porão. Ele garante que o livro não será chapa branca: “Nossa única preocupação foi com a verdade, expondo a visão de quem trabalha nos bastidores para que aconteça todo ano e com sucesso. O Porão do Rock revelou muitas bandas, afirmou outras e continua sendo uma vitrine importantíssima no país”.

Como exemplo, Gustavo cita o caso da Pitty, que tocou em 2003 ainda como promessa, dos tantos shows dos Raimundos (o primeiro, ainda com o Rodolfo), do megashow da banda britânica Muse, em 2008, e da primeira edição internacional em Buenos Aires, em 2009.

Sem dar mais detalhes para não estragar a surpresa, Gustavo destaca que cada edição do Porão do Rock é única. “Não dá pra comparar, por que cada ano é uma experiência diferente, tanto para a produção, artistas, fornecedores, como para o público”.

Entrevistas com Pedro de Luna podem ser solicitadas pelo e-mail: venenovertical@gmail.com

A data e a programação do Porão 2018 serão anunciadas em breve.

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