Release | Bandas Nacionais

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PROJECT46

Os paulistanos do Project46 foram a primeira banda desde o início dos anos 90 a ascender nacionalmente na cena pesada. O quinteto atualmente formado pelos guitarristas Jean Patton e Vini Castellari, pelo vocalista Caio MacBeserra, pelo baixista Baffo Neto e o baterista Betto Cardoso desenvolveu ao longo dos anos uma música extremamente pesada e de estética exuberante que ao ser apreciada transmite ferocidade e beleza, uma música visceral e cativante que carrega mensagens claras e incitadoras construídas sob uma dinâmica moderna e com o passo da geração atual.

Em 2017, após terem lançado dois bem sucedidos álbuns, o primeiro “Doa a quem doer” e o segundo “Que seja feita nossa vontade” e passar por uma mudança de integrantes, a banda iniciou um intenso processo de composição. O resultado disso é o novo álbum “TR3S”, que acaba de ser disponibilizado nas plataformas digitais e em formato físico.

Gravado em Los Angeles, nos Estados Unidos, entre junho e julho de 2017 e financiado pelos fãs por uma de crowdfunding , teve produção de Adair Daufembach, que já havia trabalhado com o Project46 nos dois álbuns anteriores. O grupo se enclausurou um mês no Daufenbach studios, em Hollywood, nos Estados Unidos, para desenvolver este novo trabalho que combina o espírito jovem do primeiro disco com o know-how obtido no segundo lançamento. E é o show baseado neste disco que você irá conferir no Porão do Rock.

 

PENSE

Formado em 2007 na capital mineira Belo Horizonte, o grupo de rock Pense atualmente é formado por nomes bem conhecidos e experientes da cena mineira: Lucas Guerra (vocal), Cristiano Souza (guitarra), Judá Ramos (baixo), Ítalo Nonato (guitarra) e Charles Taylo (bateria). Em 2011 lançaram seu primeiro disco, intitulado Espelho da Alma. O álbum recebeu diversas críticas positivas da mídia especializada, por já apresentar maturidade tanto sonora quanto na composição das letras.  

Em 2014 a banda lançou seu segundo álbum de estúdio, Além Daquilo Que Te Cega, disco que foi totalmente pago via financiamento coletivo. O álbum esteve em diversas listas de melhores discos do ano e, na divulgação deste trabalho, a banda fez uma extensa turnê pelo Brasil, tendo tocado em 18 estados e inúmeras cidades, totalizando 50 shows em 10 meses. O último show deu origem ao DVD intitulado Viva Como Se Houvesse Um Final, com áudio gravado em São Paulo, no Inferno Club e imagens registradas na A Autêntica em Belo Horizonte.

Em 2016 a banda voltou aos palcos com energia renovada, lançando o videoclipe do single Revitalizar, acompanhado do anúncio de uma extensa turnê que passou novamente por todas regiões do Brasil e em alguns dos principais festivais do país. Em apenas 24 horas o vídeo foi visualizado mais de 150 mil vezes no facebook, mostrando a força que a banda tem com seu público.

Em 2018, ano em que se apresenta no festival Porão do Rock a banda lança seu terceiro álbum de estúdio, intitulado Realidade, Vida e Fé. Nesse novo trabalho, é reforçada a necessidade de trabalhar questões internas, acreditando que a mudança primeiro precisa ser pessoal e interior, antes de ser externa. Agregando velocidade, peso e melodia, com letras que tenham relevância, o resultado é uma proposta no mínimo interessante.

 

PAVILHÃO 9

“O tempo é hoje, maninho. E que se foda a moda!” A frase pode ser pescada na faixa que abre e dá título ao sétimo álbum do Pavilhão 9, “Antes Durante Depois”. Ela é emblemática, pois atesta que a lendária banda paulistana capitaneada pelos MCs Rhossi e Doze pode ter passado mais de uma década sem lançar um disco novo, mas manteve sua alquimia sonora intacta. Como no auge do Pavilhão, o ouvinte vai encontrar um trabalho recheado com aquela fusão de hip hop com guitarras nervosas que tanto sucesso fez entre as tribos urbanas dos anos 90 para cá, tantos artistas influenciou Brasil afora e tanta falta estava fazendo, não importa qual seja a modinha da vez.

“Antes Durante Depois” chega num ano emblemático para o Pavilhão, que está completando um quarto de século. Nesses 25 anos de trajetória, muitas coisas aconteceram – e todas elas estão representadas de alguma forma no novo registro, produzido pela banda e por Daniel Krotoszynski. Houve até mesmo uma pausa nas atividades, interrompida por uma reunião no festival Lollapalooza de 2012 e por outros shows que rolaram na sequência. A partir de 2014, Rhossi sentiu que precisava tomar as rédeas do Pavilhão e reformular a lógica interna do grupo. Membros antigos foram cuidar de seus projetos individuais e uma nova brigada assumiu os instrumentos. Hoje, a banda conta com o batera Leco Canali (que vem do Tolerância Zero), o baixista Juninho, o guitarrista Rafael Bombeck (que também acompanha Rhossi em sua carreira solo), além dos dois cantores de frente. A gravação do disco ainda foi reforçada pelas pick-ups do DJ MF.  

Renovado, o time entrou em estúdio e gravou dez faixas que dialogam com seus maiores êxitos (“Otários Fardados”, “Vai Explodir”, “Mandando Bronca”, só para citar alguns que fizeram história), mas também exalam ares contemporâneos. E essa era mesmo a ideia para o novo álbum: fazer um passeio pelas principais características do Pavilhão clássico, sem descuidar do fato de que estamos em 2017.

A capa que embala “Antes Durante Depois” conta com ilustração de Leandro Dexter, que desenhou Rhossi usando a máscara que virou símbolo do Pavilhão 9. Apesar de hoje só usá-la para efeito cênico nos shows, o MC reconhece que ela agregou muito à mística do grupo. “A máscara representa o rosto dos oprimidos”, diz. E ela ajuda bastante a manter a presença do Pavilhão forte no imaginário das pessoas. Um exemplo disso é que mesmo num momento de pouca atividade da banda, a fanpage no Facebook atingiu a marca de dez mil curtidas. Agora que há um disco novinho na praça, certamente veremos esse número avançar pesadamente. Hora de mandar bronca mais uma vez.

 

ORQUESTRA BRASILEIRA DE MÚSICA JAMAICANA

A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, como o nome sugere, reproduz de maneira inteligente e divertida, versões de grandes clássicos da música brasileira em ritmos jamaicanos criados nas décadas de 50 e 60.  Ska, Rocksteady e o Early Reggae são alguns dos dançantes ritmos que permeiam na Orquestra.

Criada originalmente pelo músico e produtor Sergio Soffiatti e pelo trompetista Felippe Pipeta, a OBMJ tem como objetivo principal fazer o público dançar. Em 2015 lançaram seu primeiro disco só com músicas autorais, com o título de “OBMJ ATACA”, uma alusão ao filme “Mars Attack” do cineasta Tim Burton, o disco tem a temática sci fi dos anos 50 com músicas e figurinos da banda dialogando dentro desse universo.

No Porão do Rock a banda apresenta seus maiores sucessos e não deixa de mostrar o seu último lançamento o EP “#10”, com seis faixas e participações de André Abujamra na faixa “Severina Xique Xique”, Chris Murray (E.U.A) na faixa “Shame and Scandal”, Mr T. Bone (Itália) e Felipe Maxado na versão em inglês de “Whisky a Go Go”, que comemora os dez anos de carreira do grupo. Ainda cabem versões para “Cotidiano” de Chico Buarque, “Que Maravilha” de Jorge Ben e “Ogundê” dos TIncoãs. Nesse trabalho, aliás, a OBMJ volta à fórmula inicial, que é a de misturar composições dos grandes mestres com os ritmos jamaicanos, resultando num grande baile.

 

NAÇÃO ZUMBI + BNEGÃO

Criada no início dos anos 1990, na capital pernambucana, a Nação Zumbi, se tornou uma das bandas mais respeitadas e influentes Brasileiras.

Ainda sob a alcunha de ‘Chico Science & Nação Zumbi’, lançou seu primeiro álbum “Da Lama ao Caos”, em 1994. O trabalho tornou-se um dos marcos do manguebeat, movimento que, junto com outras bandas da região, ajudou a deslocar o eixo da música nacional para além do Rio-São Paulo introduzindo elementos locais ao pop e considerado o mais importante desde a Tropicália.

O segundo disco “Afrociberdelia” marcou o encontro entre as músicas brasileira e africana, o rock, o rap e as revoluções digitais que deram nova cara ao mundo nos anos 1990. O álbum reúne alguns dos grandes sucessos da Nação Zumbi, presentes no setlist da banda até hoje, como “Macô”, “Manguetown” e “Maracatu Atômico”, esta última uma versão modernizada para a composição de Nelson Jacobina e Jorge Mautner, da década de 1970.

Menos de um ano depois, Chico Science, morre precocemente, em um acidente de carro no Recife.

Depois da enorme perda, a Nação Zumbi, conseguiu se reestruturar e soube se reinventar ano após ano, disco após disco até chegar aqui. Acumulou mais seis álbuns de estúdio – “CSNZ” (1998), “Rádio S.Amb.A” (2000), “Nação Zumbi” (2002), “Futura” (2005), “Fome de Tudo” (2007), “Nação Zumbi” (2014) e dois álbuns ao vivo que também viraram vídeos em DVD – “Propagando ao Vivo” (2006) e “Ao Vivo no Recife” (2012), além do cd “Mundo Livre S.A. vs Nação Zumbi” (2012).

O último trabalho lançado pelos pernambucanos saiu no final de 2017, o álbum de versões “Radiola NZ”, pelo selo independente Babel Sunset, e seguem rodando o com shows cheios e plateia quente. A Nação Zumbi é hoje Jorge Du Peixe (voz), Lúcio Maia (guitarra), Dengue (baixo), Pupillo (bateria), Toca Ogan (percussão), Tom Tocha, Marcos Matias e Da Lua (alfaias)

No festival Porão do Rock este ano, a banda se une ao rapper carioca BNegão para um show especial, que trará sucessos dos dois artistas.

 

BNEGÃO

Considerado um dos principais e mais criativos rappers do Brasil, BNegão, o MC do Planet Hemp (banda com a qual alcançou a marca de 1.000.000 de CDs vendidos), lançou no final de 2003, de forma independente, seu primeiro disco solo, “Enxugando Gelo”, com a sua banda Seletores de Frequência.

Em 2004, BNegão foi contemplado com o prêmio Orilaxé, numa grande votação promovida pela ONG AfroReggae, como melhor cantor de black music de 2004 e  “Enxugando Gelo” foi citado pelo jornalista Daniel Brown, um dos maiores especialistas em música da Europa, como um dos cinco principais lançamentos daquele ano em todo o mundo. Em 2007, lançou o disco “Baile Bass”, com o Turbo Trio, projeto com os produtores Tejo Damasceno e Alexandre Basa.

Após realizar vários shows pelo país e mais 14 turnês pela Europa, entre 2004 e 2011, o rapper lançou, em 2012, o segundo disco com os Seletores de Frequência, “Sintoniza Lá”, produzido pelo próprio BNegão e que teve a maioria de suas faixas compostas e arranjadas em parceria com os outros integrantes da banda – entre eles Pedro Selector, Fabio Kalunga, Fabiano Moreno e Robson Riva –, o que garantiu uma perceptível unidade ao trabalho, esse disco um dos mais premiados, onde ganhou como melhor disco do VMB.

Lançado em 2015, o terceiro disco de sua carreira junto com a banda, “TransmutAção”, chegou cheio de força na retórica. “Dias luminosos virão, dias trevosos estão”, diz o rapper. O resultado das novas alquimias sonoras dos Seletores de Frequência passa pelo dub, percussão de terreiro, funk, rap, surf rock, samba-jazz e até gafieira e ciranda. A música segue viva e pulsando, na batida da mudança: TransmutAção é a palavra-chave.

BNegão já gravou, e tocou, como convidado, com alguns dos principais músicos do Brasil e do mundo, entre eles Tony Allen (Fela Kuti e The Good, The Bad, The Queen and The Princess), Public Enemy, Elza Soares, Manu Chao, Afrika Bambaataa, Skatalites, Nação Zumbi, J. T. Meirelles, Bernard Purdie, Sepultura, Slackers, New York Ska Jazz Ensemble, Raul de Souza e Robertinho Silva.

 

MONSTROS DO ULA ULA

O som dos cariocas dos Monstros do Ula Ula é garantia de diversão na certa. Após um período do projeto hibernado eles voltam com um disco recheado de oito inéditas, “A Balada do TikiSiriPolvo”. O lançamento digital foi dia de 07 de Junho de 2017 em parceria com Monstro Discos. Para se ter uma ideia o último trabalho deles foi lançado no longínquo ano de 2009.

O compromisso com a mais autêntica sagacidade sonora se tornou a marca característica da banda com canções que são verdadeiras montanhas-russas de muita cantoria, guitarras incendiárias e hedonismo sem limites com performances ao vivo de arregalar os olhos e cair o queixo.

A formação atual traz Lucky Leminski (vocais), Diba Delgado (guitarras e vocais), Gringo Musiello (guitarras e vocais), Olmar Lopes (baixo) e Bacalhau (bateria e vocais). Já o som em seu caldeirão mistura surf rock brega metal punk psicodélico.

 

MOLHO NEGRO

Banda de rock formada em 2012 em Belém do Pará, a Molho Negro mistura caos, ironia, refrãos grudentos, sarcasmo, barulho e falta de perspectiva. Com dois discos lançados, “Lobo” (2014) e “Não é nada disso que você pensou” (2017), um DVD no youtube e algumas passagens pelos principais festivais do país, o Molho Negro se pergunta como, onde e principalmente o que fazer quando se é uma banda de rock no século XX!.

 

LETRUX

Ela nunca passa batida na festinha. Letícia, aquela moça alta, carismática, capricorniana, presença pura que onde está atrai pessoas ao redor. Também é atriz, performer, cantora. Fez parte da Letuce (a banda) que nos trouxe Letícia e agora chega LETRUX EM NOITE DE CLIMÃO. Letrux é parido num ano de climão. 2017 “onde a fossa dança e o gozo dói”.

“Depois de muito tempo sem compor apenas matutando, observando e enlouquecendo, eu voltei a fazer música”, diz a artista. As letras e o jogo de palavras cada vez mais espertos. Frases que tirando um elemento mudam todo o sentido. “Tô louca pro mundo acabar. Tô louca pro mundo começar. Tô louca pro mundo”. Expressões e a escolha de palavras tão charmosas, tão únicas, incentivam o ouvinte a pegar cada lance. A voz, a melodia, o canto falado, a fala tudo isso aproxima muito ela do ouvinte, temos  a impressão de que ela é uma grande amiga. E talvez ela seja. Pois Letrux, com sua saga romântica desastrosa descreve tantos momentos de uma paixão, meus, teus, dela.

Junto com ela no time: Arthur Braganti no teclado e synths e em 9 entre 11 das composições, Natália Carrera na guitarra e alguns teclados, bateria de Lourenço Vasconcellos e Thiago Rebello no baixo. E Martha V, na segunda guitarra e mpc, foi convidada a integrar a banda, após as gravações.

“Noite de Climão” foi eleito MELHOR DISCO DO ANO pelo Super Júri do Prêmio Multishow 2017.

 

KRISIUN

A construção da banda começou em 1990 quando o trio de irmãos morava em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O gosto pelo metal foi herdado do irmão mais velho, que já ouvia bandas como Black Sabbath e Dio. Foi com o primeiro disco, “Unmerciful Order” (1993), que o Krisiun passou a ganhar notoriedade. De lá até aqui assomam uma série de discos e shows internacionais, a banda é uma das mais respeitadas no meio.

Reconhecida internacionalmente, Krisiun está em turnê com seu décimo primeiro álbum “Forged in Fury” (2015) produzido por Erik Rutan, que já havia trabalhado com eles em “Conquerors of Armageddon”, o disco recebeu boa críticas da mídia do metal e também agradou seus fãs.

 

FRANCISCO, EL HOMBRE

“Somos as fronteiras que cruzei”, diz um dos versos da música intitulada “Francisco, el Hombre”, que está no EP de estreia La Pachanga (2015), da banda francisco, el hombre. Talvez tal frase seja a que melhor representa o grupo formado pelos irmãos mexicanos Sebastián (bateria e voz) e Mateo Piracés- Ugarte (violão e voz) e pelos brasileiros Juliana Strassacapa (voz), Andrei Kozyreff (guitarra) e Rafael Gomes (baixo). Isso porque o quinteto encontra na estrada (e na vida cotidiana) as suas grandes inspirações, mas não só. Com letras em português e em espanhol, a banda se tornou uma peça fundamental na conexão latino-americana no Brasil.

O primeiro disco cheio da carreira, SOLTASBRUXA (2016), foi a peça que faltava para pavimentar o terreno para uma trajetória fértil. Desde o lançamento do álbum, no segundo semestre de 2016, foram 120 shows no Brasil e 30 apresentações internacionais, incluindo países como Cuba e México. Se o pé na estrada é garantido, a presença digital do grupo também é poderosa. Por meio de videoclipes superproduzidos, conquistaram uma base engajada de fãs para além do mercado chamado indie. Prova disso é o clipe da faixa “triste, louca ou má”, que contabiliza mais de 6 milhões de views no YouTube. A mesma música foi indicada ao Grammy Latino na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa e ainda virou trilha da novela global Do Outro Lado do Paraíso.

O aumento no número de seguidores chamou a atenção dos principais festivais da América Latina, a exemplo do Lollapalooza Brasil e do mexicano Vive Latino. Contemplado no edital Natural Musical, a banda prepara um novo disco para 2018. E assim, a “cada paso firme construye un nuevo andar”.

 

DRENNA

A banda nasceu em 2009 no Rio de Janeiro, no meio da favela do Complexo do Alemão. No ano seguinte lançaram seu primeiro disco autointulado, gravado no Estúdio Observatório de Ecos, de Marcelo Yuka. Em 2014 após ativa participação na cena carioca, o grupo foi convidado para participar do programa “Vida de Rockeira”, do Canal Bis, o que ajudou na projeção nacional. No mesmo ano sai o EP “Verdades”, que abrem mais portas para a banda e acabam no prêmio FEJACAN MUSIC.

A banda foi campeã do Festival Planeta Rock 2016, de São José do Rio Preto (SP), com bandas participantes de todas as regiões do Brasil. Em 2016 sai “Desconectar”, disco gravado no estúdio Toca do Bandido do saudoso produtor Tom Capone, com a produção de Felipe Rodarte (The Baggios), parceria do selo Toca Discos e direção artística de Constança Scofield.

O grupo já passou por grandes festivais como o Festival Ponto CE, Festival DoSoL, Rock In Rio 2017, RIO2C (Maior evento Áudio Visual da América Latina) e  Rock In Rio em 2018.

A banda carioca é formada pela vocalista Drena e tem Marcelo na guitarra, Bruno Moraes no baixo e Milton Rock na bateria.

 

DEB AND THE MENTALS

Apresentando uma sonoridade baseada no noventista rock garageiro, a Deb and The Mentals é aquela banda a fim de tocar. Grupo de rock formado em 2015, em São Paulo se encontra atualmente na divulgação do primeiro disco da carreira, Mess, lançado via Läjä Records em março de 2017.

Gravado no Estúdio Costella (São Paulo – SP) pelo produtor Alexandre Capilé, o álbum é o resultado de quase um ano de produção, quando os integrantes Deborah Babilônia (vocal), Guilherme Hipolitho (guitarra), Bi Free (baixo) e GG. Di Martino (bateria) lapidaram referências variadas em um álbum rápido, dilacerante e com fortes referências aos anos 90 e ao punk setentista.

Antes disso, com base no primeiro trabalho lançado, o EP “Feel The Mantra” (2015). Com apenas 3 anos de estrada, A Deb and The Mentals já rodou o Brasil em diversos shows, passando por grandes festivais como Festival Dosol 2016, SIM São Paulo – 2016 (SP), LÄJÄ FESTIVAL Volume 1 – 2017 (ES), Vaca Amarela – 2017 (GO), Oxigênio Festival – 2017 (SP), Festival MADA – 2017 (RN) e Rock In Rio – 2017.

No final de 2017, junto com o Water Rats, realizaram uma tour de 10 shows passando por todo o sul do Brasil e chegando até o Uruguai, onde se juntaram à banda de rock uruguaio, Motosierra, para 2 shows em Montevideo e Maldonado.

 

DEAFKIDS

Formado em 2010 na cidade industrial de Volta Redonda (RJ) e hoje residente em São Paulo (SP), o DEAF KIDS teve como sua primeira encarnação um projeto musical de Douglas Leal, uma mistura punk/hardcore embebida no D-beat com suas outras influências. Logo, uma versão ao vivo da banda foi formada, e pouco tempo depois a banda se estabilizou na sua formação atual, com Mariano na bateria e Marcelo no baixo. Oito anos, muitas turnês e shows de Norte à Sul do Brasil, três turnês europeias (incluindo shows como suporte para os norte- americanos Neurosis e dividindo palco com bandas como Eyehategod e Converge na mais recente turnê em 2018), participações em importantes festivais como Supersonic Festival/UK, Obscene Extreme/CZ, Punk Illegal/SWE, Bananada/GO, DoSol/RN, oito lançamentos e quase 400 shows depois, a banda segue firme nos caminhos que levam ao auto-questionamento e à desprogramação corporal/mental através do som.

 

DAMN YOUTH

Vindos da Caucaia, uma das cidades com maior índice de criminalidade da região metropolitana de Fortaleza (CE), os caras do Damn Youth já são velhos conhecidos da cena underground. Todos já integraram bandas de diferentes estilos (fora fazer/participar de outras coisas na cena) e formaram o grupo com a simples desculpa de andar de skate juntos. Porém, quando manobravam na pista perceberam que tinham em comum muitos riffs, batidas, viradas e letras na cabeça. O passo seguinte foi ensaiar para soltar esses demônios e foi SAL (1). O calor infernal da cidade e a violência latente juntaram-se à rifferama brutal para formar um dos melhores combos do crossover atual. Sem falar de clichês, eles tomaram a técnica do Vio-lence, diluíram a maldade do Slayer e sapecaram a rapidez do Sepultura. Nesse combo infernal unem-se as letras com forte viés anarquista e a crueza do hardcore. Atuando desde 2015, a Damn Youth soltou uma demo, um split e um EP (caminho que toda banda do underground deveria fazer). Após diferentes rolês pela capital cearense e giros por outras regiões do País (PI, SP, PR) finalizaram o álbum chamado “Breathing Insanity” (2017). A tradução resume bem o clima do que vem por aí: um disco sem descanso do começo ao fim, onde, sem perceber, já estamos batendo cabeça e cantando os refrãos. Estes passam tão rápido que você vai querer colocar de novo pra escutar. Sem falso visu, sem lengalenga, sem pagar caríssimo pra produtor conhecido, nada de falsa propaganda e sem alisar o ovo de ninguém, nem nenhuma coisa paia semelhante, eles chegaram arregaçando qualquer discurso idiota de vitimismo falso. Os caras do Damn Youth fizeram apenas o que sabem: andar de skate, fazer riff “vuado”, meter o pau na bateria e gritar até a goela rasgar. Vai dar certo (3). Vai não, já deu.

(1) quando uma coisa é massa e dá certo

(3) corrente filosófica de Fortaleza

 

CORDEL DO FOGO ENCANTADO

No ano 1997, em Arcoverde, sertão de Pernambuco surgiu um grupo cênico-musical, compartilhando o teatro e a poesia oral e escrita dos cantadores e ritmos afro-indígenas da região. E, dessa mistura, nasceu o espetáculo: Cordel do Fogo Encantado.

Cordel é sinônimo de história de um povo em forma de poesia. Enquanto, Fogo é o elemento mais representativo do lugar de origem e da intenção músico-poética inconstante e mutável do grupo. Já Encantado ressalta a visão fantástica e profética dos mistérios entre o céu e a terra. Por dois anos, o espetáculo, sucesso de público, percorreu o interior pernambucano.

No carnaval de 1999, o Cordel se apresentou no Festival Rec-Beat, em Recife, e adaptou a narrativa do Fogo Encantado aos palcos de rua. Nisso, a estreia no carnaval pernambucano chamou a atenção da crítica, e o que era, até então, sucesso regional, ultrapassou as fronteiras, ganhando visibilidade em outros estados e a condição de revelação da música brasileira. Foi quando a banda consolidou sua formação definitiva com Lirinha (voz e pandeiro), Clayton Barros (violão e voz), Emerson Calado (percussão e voz), Nego Henrique (percussão e voz) e Rafa Almeida (percussão e voz). E em 2001 lançou seu primeiro e homônimo disco.

Após ser tornar grande sucesso nacionalmente, o grupo faz uma pausa em 2010 e retoma suas atividades em 2018 com o lançamento do disco “Viagem Ao Coração Do Sol”. O quarto trabalho autoral da banda traz canções que ficaram guardadas durante a pausa e composições nascidas no reencontro de seus integrantes. São 13 faixas que seguem a tradição dos títulos duplos da literatura de cordel e que dialogam com os sentimentos humanos ao longo de uma história de cinco personagens, que percorrem caminhos, por vezes misteriosos e mágicos, em busca da filha do vento, chamada Liberdade. Gravado no Estúdio El Rocha, em São Paulo, e em Fortaleza, no Totem Estúdio, o disco é uma continuidade no processo criativo da banda.

“A mística que envolve o Cordel se manteve suspensa durante esses oito anos. Inicialmente, éramos um grupo de teatro, o nome da banda era o título de um espetáculo. No nosso primeiro disco, contamos a história do Fogo Encantado. Depois falamos de um Palhaço de um Circo sem Futuro, uma metáfora da existência humana. E, por fim, na turnê do álbum Transfiguração, apresentamos um cenário que se recolhe para uma espécie de pausa, algo bem significativo para o momento em que se deu, mesmo não sendo planejado”, conta o vocalista. Portanto, para a volta do grupo, serão apresentados elementos que prosseguem a essa narrativa do terceiro disco, “agora é momento de sair para o sol, florescer, caminhar em direção à luz, sair de dentro da terra, rasgar o casulo em busca da Liberdade”, completa Lirinha.

A capa e encarte, que foi lançado em CD primeiramente, foram desenvolvidos pelo estúdio de design Savia Design&Branding e traz diferentes elementos, como a luz, o raiar, o vento e o otimismo representados na forma de um personagem, uma vez que esses símbolos transitam por todo o disco. “Criamos uma figura de luz, uma persona do movimento, que nasce da terra como um sopro de otimismo e cor”, comenta Lucas Bacic, que assina a direção criativa ao lado de Lucas Falcão.

Entre os prêmios conquistados pelo Cordel do Fogo Encantado estão o de banda revelação pela APCA (2001), melhor grupo nacional pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003), bicampeonato do prêmio Hangar (2002 e 2003) e APCA, como melhor compositor nacional, Lirinha (2006).

 

BARÃO VERMELHO

A Barão Vermelho chega com novo gás, após a saída do Frejat como frontman da banda, o grupo convidou o guitarrista e vocalista Rodrigo Suricato, uma das revelações da cena rock da atualidade. O público vai conferir a performance do Barão Vermelho em sua nova fase, com direito a uma seleção de hits matadora, que inclui “Tão longe de tudo”, “Pro dia nascer feliz”, “Pedra, flor e espinho”, “Por você”, “Bete Balanço”, “Por que a gente é assim” e muito mais.

O Barão Vermelho é: Guto Goffi, um dos fundadores do grupo, na bateria; Fernando Magalhães na guitarra; Maurício Barros, também fundador do grupo, nos teclados e Rodrigo Suricato nos vocais, guitarra e violão.

“Nessa nova fase, que chamo de terceira geração da banda, recebemos com grande prazer, agora de forma permanente, o meu amigo Maurício Barros, fundador do grupo, que havia deixado o Barão em 1988, embora tenha participado como convidado das últimas turnês”, conta Guto.

Foi Maurício, aliás, quem sugeriu o nome de Rodrigo Suricato. A nova formação tem planos para gravar um álbum com composições inéditas.

 

MATANZA

Após 22 anos de carreira, a banda carioca Matanza resolveu encerrar suas atividades e é no festival Porão do Rock que eles fazem o último show em Brasília. Uma bela oportunidade para os fãs da banda conferirem ao vivo todos os hits da carreira do grupo!

O quinteto from hell arrasta multidões enfurecidas nos quatro cantos do Brasil graças ao seu estilo único de fazer música. Misturaram o cinismo do country norte-americano à energia do hardcore, e temperaram com pitadas de thrash metal e música folk irlandesa. Pioneiros do estilo “countrycore”, estes músicos endiabrados contam histórias de bebedeiras sem fim e suas odiosas ressacas, brigas de bar, mulheres lascivas e bandidagem no melhor estilo faroeste sem lei. A trilha sonora perfeita para mandar tudo pro inferno.

Seus discos sempre estiveram nas listas de melhores álbuns de rock em seus respectivos anos de lançamento. Em 2004,  o Matanza figurou na lista de melhores shows pelo jornal O Globo, um dos mais importantes do Brasil. Em 2006, ganhou o prêmio de melhor disco de rock pela revista Dynamite. Em 2009 foram escolhidos pelos mestres do Motorhead para abrirem seus shows no Brasil.

O Matanza traz à tona um universo inusitado na cena roqueira do Brasil. Afinal, quem, além destas terríveis figuras ousaria misturar banjo com riffs de metal? Isso tudo sem nunca deixar de usar o humor, e porque não, o mau humor.

 

LA RAZA

O La Raza é rock com DJ, hip-hop com guitarra, funk com peso, carisma, melodia e uma presença de palco brutal já comprovada no circuito alternativo de São Paulo, festivais e em aberturas de shows que vão desde os nacionais Planet Hemp e Raimundos aos internacionais Sum 41, Papa Roach, Limp Bizkit.  

O grupo paulista apresenta no festival Porão do Rock o seu primeiro disco “Bem-Vindos a La Raza” (2017) gravado no estúdio Family Mob, QG Hoffman e Wah Wah Estúdio. Já a mixagem e masterização foram feitas na famosa “Sala B” do NRG Recording Studios em Los Angeles, onde discos como “Follow The Leader” do KoRn e o multi-platinado álbum de estreia “Hybrid Theory” do Linkin Park foram concebidos, além de trabalhos de artistas como Jay-Z, No Doubt e Incubus. Convidados especiais de peso abrilhantam ainda mais a bolacha: Badauí do CPM22, Caio MacBeserra do Project46 e o rapper Xis fazem parte do álbum.  

O La Raza é formado pelo vocal e letrista Alex Panda, Thiago Matricardi na batera, Tiicana na guitarra, Juninho no baixo e DJ Daimon nas pick ups.

 

KORZUS

A banda de trash metal surgiu em meados de 1983. Sua primeira aparição data de outubro daquele ano, foi ainda pelo nome provisório Hand Of Doom, tirado de uma música da lendária banda Black Sabbath. O nome Korzus veio logo após uma apresentação em um festival. Em 1985 participam da coletânea “SP Metal 2”, lançada pela Baratos Afins.

A música “Guerreiros do Metal” rapidamente tornou-se um hino entre os headbangers da época e serviu para projetar o Korzus no cenário nacional, resultando no lançamento do álbum “Korzus ao Vivo” (Devil Discos), lançado em 1986.

O marco definitivo para projeção da banda no mercado aconteceu em 1991, com o lançamento do disco “Mass Illusion” (Devil Discos), que fez o Korzus realizar inúmeros shows e de onde saiu o primeiro videoclipe, para a música Agony. Em abril de 1992, ocorre a primeira turnê internacional, chamada de Mass Illusion European Tour 92, com datas na França, Itália, Inglaterra e Alemanha.

Três discos depois e com muita experiência na bagagem, o Korzus retorna ao Porão do Rock com o show do disco “Legion” (2014), via AFM Records. Hoje, a banda é formada por Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo), Antonio Araújo e Heros Trench (guitarras) e Rodrigo Oliveira (bateria).

 

GANGRENA GASOSA

Após uma campanha de crowdfunding bem-sucedida, a banda carioca Gangrena Gasosa lança em 2018 seu quarto álbum intitulado “Gente Ruim Só Manda Lembrança Pra Quem Não Presta”. O disco foi gravado no estúdio Dissenso em São Paulo e conta com a produção de Iuri Freiberger e Angelo Arede (Zé Pelintra).

Gravado ao vivo, o disco tem onze faixas. Algumas já são conhecidas pelo público dos shows, como “Carnossauro Diet”, “Encosto” e “Terno do Zé”. As letras seguem o estilo bem-humorado e nada convencional da Gangrena Gasosa, apresentando temas polêmicos como a intolerância religiosa. A faixa “Darkside” é uma homenagem à temática de Horror da editora Darkside Books, parceira do projeto.

Contando atualmente com a formação mais estável e duradoura da sua história, a banda produziu as músicas imprimindo sua própria identidade e estilo. Todos os arranjos foram compostos e executados com ecletismo e peso que vão agradar tanto os fãs mais antigos quanto os mais novos.

“Gente Ruim Só Manda Lembrança Pra Quem Não Presta” marca também a estreia do novo vocalista Eder Santana (Omulu) que foi selecionado entre dezenas de candidatos após campanha nas redes sociais.

Outra curiosidade é a participação de fãs na gravação das vozes no disco. Essas participações foram possíveis através da compra da cota específica durante a campanha de financiamento coletivo. Suas vozes podem ser notadas nos coros de “Gente Ruim Só Manda Lembrança Pra Quem Não Presta”, “Encosto”, “Carnossauro Diet” e “Se liga Doidão”.

A Gangrena Gasosa é:

Angelo Arede (Zé Pelintra) – Voz Eder Santana (Omulu) – Voz Minoru Murakami (Exu Caveira) – Guitarra Diego Padilha (Tranca-Rua) – Baixo Gê (Pomba Gira) – Percussão Renzo Borges (Exu Mirim) – Bateria

 

DEVOTOS

Formada em 1988 e comemorando seus 30 anos de carreira, o trio pernambucano, Devotos é formado por Cannibal (baixo e voz), o Neilton (guitarra) e o Celo Brown (bateria) mesma formação que originou o grupo. Nascidos pelo nome “Devotos do Ódio” título tirado de um livro de José Louzeiro (1987), autor do livro “Infância dos Mortos”, levado os cinemas pelo diretor Hector Babenco em “Pixote”. O nome foi encurtado no ano 2000.

A história do Devotos começo em Alto José do Pinheiro, local de classe média baixa de Recife com jovens entusiastas que começaram a se inspirar no punk e pós-punk inglês, de bandas como o Joy Division.

Os membros de Devotos abraçaram a ética do “faça você mesmo” do punk rock. O guitarrista Neilton explicou em 2001 como fabricou ele mesmo seu primeiro amplificador e guitarra o que incluiu o braço e do corpo da guitarra, e como tocou por um longo tempo sem que ninguém percebesse que não tinha sido comprada numa loja de música.

A criatividade de Neilton estende-se à arte da capa dos álbuns da banda. O grupo fabrica os cases para seus instrumentos e os gabinetes dos seus amplificadores, e compram somente o que não podem fazer eles mesmos.

O grupo também soreu bastante no seu começo com a repressão da polícia e coma  não aceitação de seu estilo musical, mas com o passar dos anos, a relação com a comunidade melhorou e hoje são responsáveis pela criação da ONG Alto Falante, que realiza projetos culturais e sociais.

O Devotos acumula oito discos na carreira e no Porão faz um show especial mostrando seus principais hits.

 

CPM 22

A banda surgiu em 1995, influenciada por punk rock e hardcore, com músicas rápidas, melódicas e letras cotidianas. O CPM 22 (Caixa Postal Mil e Vinte e Dois) tem como maior influência a cena pós punk californiana dos anos 90, como, Screeching Weasel, No Use For A Name, Face To Face, Lagwagon, entre outros.

Três anos depois começavam a chamar atenção da mídia e de produtores, ano em que saiu o primeiro disco “A Alguns Quilômetros de Lugar Nenhum” que levou a banda a dividir o palco com algumas bandas estrangeiras de hardcore que se apresentaram por aqui, como: Lagwagon, No Fun At All, Down By Law, Buzzcocks, entre outros dinossauros do HC.

Até aí, a banda já mostrava bastante potencial o que foi confirmado pouco tempo depois que foram contratados pela Arsenal Music que acreditou e lançou o álbum seguinte de nome CPM 22 em 2001, resultando em mais de 150 mil cópias vendidas e com canções que se transformaram em hits, como “Regina Let´s Go”, “Tarde De Outubro” (cujo vídeo clipe rendeu o prêmio na categoria revelação no VMB, da MTV Brasil, no ano de 2002), “Anteontem” e “O Mundo Dá Voltas”, grande hit do grupo.

Passados vários anos e discos, a banda continuou na ativa e em 2015, para coroar as duas décadas de estrada, o CPM 22 lançou a turnê de 20 anos, com os maiores sucessos da carreira, que culminou em uma coletânea, lançada pela Universal Music. Nessa turnê, o ápice se deu no show do Rock in Rio, onde a banda se apresentou no Palco Mundo, destinado somente as principais atrações do festival. O show histórico, que foi altamente aclamado pela crítica e pelos fãs, resultou em no CD e DVD Ao-Vivo – CPM22 no Rock in Rio.

Mas nem só de nostalgia vive a banda CPM 22, que no palco do festival Porã do Rock também mostrará em primeira mão o disco de inéditas “Suor e Sacrifício” lançado em maio deste ano. Hoje a banda, que voltou a ser um quinteto, com a entrada do guitarrista Phil Fargnoli (ex-Dead Fish), tem também o baixista Fernando Sanches. Da formação original, que iniciou os trabalhos em 1995, resta apenas o vocalista Badauí – o guitarrista Luciano Garcia e o baterista Ricardo Japinha estão no CPM desde 1999.

 

BRAZA

Surgido em 2016, o projeto carioca BRAZA possui três materiais gravados em estúdio, intensa videografia e participações em grandes festivais do país, como Lollapalooza, Planeta Atlântida e Porão do Rock.

Formado por Danilo Cutrim (guitarra e voz), Nícolas Christ (bateria), Pedro Lobo (baixo e voz) e Vitor Isensee (teclado e voz), o BRAZA tem o seu conceito baseado na dança, na visceralidade, nos ritmos ancestrais, na cultura brasileira e na mensagem de união. Como resultado, a banda apresenta sua sonoridade que cria uma mistura entre elementos do reggae, do soul e do rap, os beats do funk e do hip hop, riffs de rock e ritmos brasileiros.

No Porão do Rock 2018, o grupo carioca chega para mostrar em primeira mão o seu mais recente lançamento o EP “Liquidificador” (2018). Onde trabalham pela primeira vez ao lado de um produtor musical. O escolhido foi o alquimista sonoro carioca Kassin (Los Hermanos, Nação Zumbi, Vanessa Da Mata, Orquestra Imperial e outros), com quem a banda poliu as 5 faixas que compõe o trabalho.

A banda segue sua pesquisa sonora tendo o conceito fortemente baseado na dança, na visceralidade, nos ritmos ancestrais, na cultura brasileira e na mensagem de esperança.

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