Release | Bandas

Academia da Berlinda (PE)

Formada por um estilo marcante, Academia da Berlinda é conhecida pela originalidade compilada nos discos “Academia da Berlinda” (2007), “Olindance” (2011), “Nada sem ela”  (2016) e “Academia da berlinda ao vivo no estúdio showlivre” (2017). Tudo começou em 2004 quando sete amigos de infância, criados nos quintais da Cidade Alta, decidiram mandar para berlinda suas experiências musicais, a partir da influência pernambucana e afro caribenha.  Do Alto da Sé aos Quatro Cantos de história, do Carmo à Ribeira de poesias, do Amparo ao Bom Sucesso de ritmos, o Bonfim é a raiz de toda vertente cultural e “pernambucanidade” da banda.

 

Canto Cego (RJ)

Surpreendente pela energia performática e pelos múltiplos universos criados em cada música, o forte trio já subiu em palcos consagrados como Circo Voador, Teatro Rival e Imperator, ao lado de bandas como Detonautas, Biquini Cavadão, Ira, Fresno e Ultraje a Rigor. Buscando seguir o rock em sua essência somado à delicadeza da poesia, Canto Cego coleciona os prêmios de primeiro lugar do Festival da Nova Música Brasileira (2012) e do Planeta Rock (2014). Em julho de 2015, foram convidados para o Montreux Jazz Festival, na Suíça, onde realizaram uma pequena turnê.

 

Demob Happy (ING)

Banda inglesa de rock alternativo, Demob Happy  nasceu em 2008, composta pelo cantor e baixista Matthew Marcantonio, pelo baterista Thomas Armstrong e pelo guitarrista Adam Godfrey. Após seu aclamado álbum “Holy Doom”, o conjunto lançou o novo single “Less Is More” e, nesta primavera de 2019, embarca em  sua maior turnê no Reino Unido. Em 2018, Demob tocou em toda a Europa com Frank Carter & The Rattlesnakes, uma turnê britânica esgotada, 27 shows nos Estados Unidos abrindo para a Nothing But Thieves, e seus próprios shows nos EUA, bem como recentes shows no Reino Unido com Jack White.

 

Edu Falaschi – Temple of Shadows in Concert (SP)

Natural de São Paulo, o cantor, compositor, arranjador, produtor e multi-instrumentista, Edu Falaschi coleciona bagagem impressionante em 27 anos de carreira. Com 16 álbuns lançados, cerca de 100 canções compostas e mais de 1 milhão de CDs vendidos, é um dos artistas mais renomados do Heavy Metal do mundo. Ao lado de Aquiles Priester e Fabio Laguna, também ex-integrantes do Angra, ele  volta aos palcos em show inédito para celebrar os 15 anos do álbum “Temple of Shadows” em uma turnê histórica. Músico desde os 14 anos, aos 47, Edu já passou por grandes bandas como Mitrium, Venuse Symbols, mas a grande visibilidade veio em 2000, quando assumiu como vocalista e um dos principais compositores da banda Angra, na qual permaneceu por 12 anos.

 

Far From Alaska (RN)

Uma das mais relevantes bandas do novo rock nacional, o Far from Alaska caiu nas graças dos roqueiros em todo o Brasil já com o lançamento de seu primeiro disco modeHuman (2014). Em 2017 lançaram o segundo disco, Unlikely e em 2019 lançaram sua versão acústica. A super poderosa vocalista Emmily Barreto canta em inglês e o som é stoner, cheio de fuzz. Engraçado é ver os comentários “come to Brazil” nos ótimos vídeos da banda no Youtube.

 

 

Jimmy & Rats (RJ)

Conhecido pelas tabernas imundas do Brasil como cantor do Matanza, Jimmy London tem novidades. Com o fim do Matanza, o gigante barbudo se uniu à banda brasileira que mais tem a sua cara, o Rats, para uma confraria ao som de rock de pirata. Formada por veteranos do underground roqueiro carioca, a banda milita na área do irish punk, um rock com raízes irlandesas, melódico e temperado por instrumentos como acordeom e banjo.

 

Machete Bomb (PR)

Machete Bomb é o Brasil com o pé na porta. É deboche genuíno. É gol de mão em dia de clássico.  Surpreendente desde a trilogia “O Samba do Sul”, iniciada em 2015, a banda fechou o primeiro semestre do ano passado com o lançamento de um histórico registro ao vivo, além do primeiro volume da coletânea de remixes “Vendendo a alma ao Diabo”.  No segundo semestre de 2018, os curitibanos desembarcaram em Goiânia (GO) e Brasília (DF), reafirmando seu conceito em grandes festivais, e ainda percorreram o estado do Paraná, passando por 13 cidades.

 

MadMonkees (CE)

Quarteto de Rock, formado em 2015 por músicos de Fortaleza, Felipe Cazaux (guitarra / voz), Renan Maia (baixo), Capoo Polacco (guitarra) e PH Barcellos (bateria). Lançaram em março de 2019 o novo EP GUERRA, em parceria com o selo Abraxas, produzido por Klaus Sena. GUERRA vem na sequência do debut álbum homônimo gravado com o produtor Carlos Eduardo Miranda, produzido em parceria com o Engenheiro de som, Rodrigo Sanches (Winner – Grammy Latino 2017) e masterizado por Randy Merrill (Winner – Grammy 2017) no clássico estúdio Sterling Sound / New York, US. O som firme, maduro e bem executado, deixa claro que além da influência de clássicos do Rock, também incorpora elementos do Rock contemporâneo e música alternativa dos anos 90, além de outros estilos como Blues e Heavy Metal de todas as gerações.

Marcelo D2 (RJ)

O rapper ficou conhecido em todo o Brasil nos anos 90 à frente da banda Planet Hemp (que até hoje segue em atividade incendiando os palcos). Sua bem sucedida carreira solo conta com sete discos lançados, sendo o mais recente “Amar é Para os Fortes”(2018). O rap de Marcelo D2 possui forte influência do samba.

 

Moretools (DF)

Extreme Brutal Metal” é como o quinteto de Taguatinga se define. Com apenas um disco lançado, a fúria sonora destes caras ultrapassou a fronteira da região administrativa do DF e chegou ao palco de grandes festivais e eventos de metal pelo Brasil. O som deles é uma mescla de Death Metal, Hardcore e Grindcore.

 

Nervosa (SP)

Formado por Fernanda Lira (baixo e vocal), Prika Amaral (guitarra e backing vocals) e Luana Dametto (bateria), o trio de trash metal Nervosa é destaque na cena do rock nacional. Formado em 2010, o grupo tem três álbuns lançados, sendo o último de 2018, intitulado Downfall of Mankind. Com letras focadas em problemas sociais, tratando também de problemas políticos, o trio apresenta show enérgico, já tendo passado por palcos de grandes festivais pelo país.

 

Nuclear Assault (EUA)

Considerada uma das bandas mais extremas de thrash metal, o grupo estadunidense Nuclear Assault surgiu em Nova Iorque no ano de 1984, criado por seu baixista, Danny Lilker. Durante os dez anos iniciais, a banda fez um speed metal passeando pelo crossover thrash com temas incisivos que tratavam de política, críticas sociais e capitalismo. Após a saída e retorno do fundador, Danny, a banda tocou no CBGB e em festivais como Metal Meltdown Fest, em Nova Jersey, o Wacken Open Air, na Alemanha e em algumas cidades no Brasil, onde se apresentou pela primeira vez em 1989.

 

Pitty (BA)

Tem Bahia como nunca e tem rock como sempre no quinto álbum de estúdio de Pitty, “MATRIZ” (Deck), que em dezesseis anos de carreira se consolida como, ao mesmo tempo, a jovem representante da última geração do rock brasileiro que se atreveu a ir de encontro ao gosto popular e a veterana que detém a receita do sucesso. Com Pitty nos vocais, Martin na guitarra, Gui Almeida no baixo, Paulo Kishimoto uma variedade de instrumentos e Dani Weksler na bateria, “MATRIZ” é um projeto conceitualmente bem amarrado e o coeso, e o trabalho mais variado, tropicalista, multifacetado que alguém poderia esperar dela. Fiel às arestas cortantes das raízes hardcore e pop de ensinar sua filha a cantar no caminho da escola. O álbum soa como um grande e multicolorido álbum de fotos em diferentes paisagens que revela tanto sobre os olhos, a alma e as raízes de Pitty. E, apesar disso, não há o menor cheiro de naftalina ou nostalgia careta no repertório. “MATRIZ” é justamente sobre possibilidades de trilhas; sobre como Pitty, depois de deixar sua marca pressuposta no cenário brasileiro, descobriu ser capaz de trilhar todos os caminhos com a mesma propriedade.

 

Raimundos (DF)

Em comemoração aos 25 anos de lançamento do primeiro disco da banda, Raimundos fazem turnê especial com participação de um dos fundadores da banda, o baterista da formação original Fred Raimundo – que não toca com a banda desde a gravação do Acústico em 2016 – e músicas que eles não tocam ao vivo desde que o real ainda era dinheiro! Com setlist composto por músicas como Palhas do Coqueiro, MM’s – uma das músicas que eles voltaram a tocar ao vivo especialmente pra esse show – , Minha Cunhada, Rapante e Carro Forte. E isso não é nem metade do show! Ainda tem pérolas como Bicharada que toda uma geração de fãs vai poder ouvir pela primeira vez ao vivo além de clássicos que nunca saíram do repertório como Marujo, Be a Bá, Selim e o hino canábico Nega Jurema! E é hora de comemorar os 25 anos da chapuletada que deu origem a tudo!

 

Ratos de Porão (SP)

Álbuns clássicos não envelhecem. Em alguns casos, se tornam mais poderosos do que quando lançados por tratarem de temas atemporais. Um dos maiores exemplos nacionais é o clássico Brasil, quarto disco do grupo Ratos de Porão, de 1989. Uma crítica política e social em forma de pedrada sonora que retratava a triste realidade do nosso país que insiste em não mudar. Empunhando essas poderosas músicas de protesto, de realidades nuas e cruas jogadas na cara da sociedade, o Ratos de Porão vai para a estrada apresentar o show “Brasil 30 anos”, onde homenageia e toca na íntegra esse álbum de três décadas de vida que insiste em não ficar velho. Isso somado à experiência de palco que João Gordo (vocal), Jão (guitarra), Boka (bateria) e Juninho (contrabaixo) adquiriram em extensas turnês pelo mundo todo em quase 40 anos de carreira, se tornando uma das bandas mais poderosas que existe ao vivo.

 

Rincon Sapiência (SP)

O MC, produtor e empresário Rincon Sapiência é um artista de destaque na cena musical brasileira. Em 2017, lançou Galanga Livre, seu álbum de estreia, que entrou para a lista dos 50 melhores álbuns da música brasileira do ano pela Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) e ganhou dois troféus do Superjúri no Prêmio Multishow daquele ano. A premiação também rendeu o título de Revelação do Ano, reforçado pela sua eleição como Artista do Ano pela APCA. Desde então, Sapiência tem trabalhado na divulgação do álbum no Brasil e no exterior, período em que também reafirmou a sua versatilidade artística em parcerias musicais com Sidney Magal, Alice Caymmi, Rubel, Drik Barbosa e IZA. Recentemente, o artista lançou o seu próprio selo musical independente, chamado MGoma, apostando em seu reconhecimento como um dos produtores musicais mais respeitados da cena.

 

Rumbora (DF)

Com um hiato desde o final de 2005 quando encerrou as atividades, a banda brasiliense Rumbora  retorna não só  para uma celebração de sua história como para retomar a carreira e seguir em frente cheia de gás. Em 2019, a banda volta à estrada entoando hits de seu primeiro trabalho como “Chapirous”, “Skaô” e “O Ó do Borogodó”. Shows intensos, participações em festivais, clássicos da carreira e até novas músicas farão parte dessa retomada que celebra os 20 anos de lançamento do seu disco de estreia, “71”.

 

Supercombo (ES)

Formada por Leo Ramos (voz e guitarra), Pedro “Toledo” Ramos (guitarra e vozes), Carol Navarro (baixo e vozes), Paulo Vaz (Teclados) e André Dea (bateria) a banda Supercombo já conta com cinco álbuns lançados e um EP: Festa? (2007), Sal Grosso (2011), Supercombo (2012), Amianto (2014), Rogério (2016) e Adeus, Aurora (2019). Em 20019, a banda apresenta ao público seu novo álbum de estúdio “Adeus, Aurora”. O trabalho leva o mesmo nome da revista em quadrinhos lançada em dezembro de 2018. As músicas podem ser ouvidas como trilha sonora da HQ, e ao mesmo tempo funcionam de forma individual, com temas ligados à nossa sociedade atual. O novo álbum apresenta uma roupagem um pouco diferente dos anteriores, com músicas que passeiam por diversos estilos, sem perder a essência da Supercombo que os fãs já conhecem.

 

Surf Sessions (DF)

Criada em 2007, com disco de estreia nascido dentro de um quarto, Surf Sessions é uma banda brasiliense com influências do rock e do reggae.  O grupo tem como pontos fortes a variedade musical e a grande descontração que os músicos levam ao palco. Dos cinco integrantes, três são vocalistas e se dividem entre as canções, com ricas opções de misturas e encontros de ritmos. “Somos Sol”, mais recente álbum lançado, é considerado pelo conjunto como uma nova história. A partir dele, a  banda pôde experimentar, além do seu conhecido pop-reggae, músicas mais rockeadas e com um pouco mais de distorção.

REALIZAÇÃO:

APOIO:

REALIZAÇÃO:

PATROCÍNIO:

Site Vivo Site Souza Cruz Site Terracap Site BRB Site Uniceub