Release | Bandas Locais

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URSA

Após meses de reclusão na garagem para ensaios e composições, a banda URSA se mostra com estilo musical próprio que transita entre diversos gêneros do rock, somando sua musicalidade à nova safra do autoral de Brasília.

Iniciando a produção do primeiro EP, o som do grupo expõe com clareza o baixo e a guitarra, trazendo batidas excêntricas e fortes da bateria em composições próprias que remetem a influências como Nirvana e Audioslave, fazendo um trabalho harmônico que marca bastante o estilo da banda, e leva a misturas improváveis como Silverchair, Queens Of The Stone Age e Tool, mas sempre soando com a originalidade do URSA.

O URSA tem uma formação de peso, reunindo músicos experientes de bandas consolidadas na cena do rock do Distrito Federal. O power trio é formado por Oliver Alexandre no vocal e guitarra (banda Darshan), Rennan Moura no baixo (banda Peso Morto) e Serge Luz na bateria (ex-Valdez).

TOTEM

Totem é uma banda brasiliense de rock pesado. É formada por Regis Véi – vocal, Fábio Marreco – guitarra, Gustavo Rosa – baixo e Thiago Cunha – bateria. Lançou, ao longo de mais de quinze anos de carreira, três discos demo, um disco oficial e várias participações em coletâneas e programas de gravação  ao vivo na internet.

O ano de 2018 marca o lançamento de um novo álbum e, consequentemente, uma nova roupagem, mas a performance continua arrebatadora, com pesados riffs de guitarra aliados às estrondosas viradas de bateria. “Dito Pelo Maldito” vem com mais velocidade e agressividade, mas mantem o lirismo sarcástico a poética imprevisível!

SECONDS OF NOISE

A trajetória da banda Seconds of Noise é semelhante a de diversas bandas que trilham os caminhos do underground no Brasil. Afinal, são quase 25 anos de luta, ralação e conquistas. Tudo na base do “faça você mesmo”.  Formada em outubro de 1993, o Seconds of Noise vem aos poucos estabilizando seu nome no underground nacional. O trabalho mais recente do grupo é o EP Greep (2016), que nasceu do convite da produção do festival Porão do Rock, que presenteou a banda com a gravação de três músicas e um web-clip. Este foi material foi lançado em Enhaced CD, disco com faixa interativa contendo o web-clip, entrevista, making of e fotos, além das três músicas. E para os fãs mais saudosistas, o EP Greed ganhou uma edição especial e limitada em fita K7, lançada no início de 2018, pelo selo Balrogh Records.

Paralelo à divulgação do EP, a Seconds of Noise participou do segundo volume do CD tributo à banda baiana HeadHunter DC, um dos principais ícones do death metal nordestino, no qual gravou uma versão para a música “Open Your Eyes”.

Atualmente a Seconds of Noise é formada por: Fábio Guedes (voz, Who Farted?), Adélcio Santana (guitarra, Death Slam), Ademir Santana (bateria, Death Slam / Who Farted?), Itazil Jr. (baixo, Flashover e DeathSlam) e tem lançado o disco “Hell is Here” (2009) além da participação em várias coletâneas em CD e K7, além das demo-tapes Polícia Bastarda (1997) e Pequenas Igrejas Grandes Negócios (1999).

P.U.S

A banda P.U.S.(Potência Ultra Sônica) foi formada em 1987 em Brasília pelo vocalista Ronan Meireles, o baterista Guilherme Franciscone e pela guitarrista Syang.  Influenciada pelas grandes bandas thrash e death dos anos 80, a banda apresentou ao público um som cru e agressivo, gravando um total de 4 discos.

O EP “Third World” trazia 3 músicas – “Mosh”, “Homicidal Paranoid” e “Third World” – foi gravado pelo selo francês Magoth Records, que acreditou muito no trabalho dos integrantes da banda. Devido ao sucesso do EP, a tradicional gravadora mineira Cogumelo lançou o primeiro álbum “P.U.S.” (1990).

Depois de tocar com vários nomes importantes do underground como: Sepultura, Ratos de Porão, Kreator (Alemanha), entre outros, em 1991 a banda se mudou para São Paulo. Em 1994 lançaram pela gravadora Eldorado com a produção de Carlos Eduardo Miranda e participação especial de Chico Science o 3º álbum “Sin is the Only Salvation”. Depois de uma mini tour pela Europa o grupo volta com novas ideias e lança o polêmico e revolucionário álbum “Presets” (1996) pela gravadora Paradoxx, que também foi distribuído no Japão pelo selo Batimacumba.

A banda P.U.S. volta à ativa com muita força tocando todos os clássicos metaleiros os quais o público dessa tribo tanto vangloria. Formação do grupo hoje é Ronan Meireles (vocal), Sara Abreu (guitarra), Maurício Bastos (baixo) e Daniel Moscardini (bateria).

PLEBE RUDE

A banda Plebe Rude – uma das primeiras bandas punks do país, surgida nos anos finais da ditadura militar – chega ao Porão com o álbum “Primórdios”, com canções compostas entre 1981 e 1983, e, dentre elas, nove músicas inéditas. O disco foi gravado ao vivo no final de 2017 durante um show no Espaço Som, em São Paulo, produzido pelo Showlivre.com e dirigido por Walter Abreu e Rapha Al.

A ideia do álbum surgiu após o lançamento do livro “Meninos em Fúria”, uma co-autoria do integrante Clemente Nascimento (guitarra e voz) e do escritor Marcelo Rubens Paiva, quando Philippe Seabra (guitarra e voz, igualmente) viu a necessidade de também resgatar suas memórias para um futuro livro – ainda em fase de escrita. Durante suas pesquisas sobre as músicas iniciais, como foram feitas e inspiração por trás delas, junto com André X (baixo e voz), Seabra percebeu a força daquele trabalho pioneiro, que ficou enterrado por baixo do peso do primeiro álbum, “O Concreto Já Rachou” (1985), e do segundo “Nunca Fomos tão Brasileiros” (1987).

Com o repertório definido, o próximo passo seria recriar o ambiente da época para a apresentação inédita e gravação do álbum. O show e, consequentemente, o álbum, tem participação especial de Gabriel Thomaz e Erika Martins, do Autoramas, na música “Dança de Semáforo”.

A escolha por São Paulo para a gravação é uma declaração de amor da banda à cidade onde conheceram o punk no sentido literal, apresentado por Clemente, e onde tocaram nos espaços undergrounds que marcaram a história, como Napalm, Rose Bom Bom, Madame Satã e Tifon .

A Plebe Rude começou sua carreira em 1981, em Brasília, começou se destacando no meio punk- rock por volta de 1982, numa época em que a efervescência roqueira da capital federal era grande. Após uma pausa na carreira, a banda retornou às atividades em 2000, com o álbum ao vivo “Enquanto a Trégua Não Vem”. Quatro anos depois, o guitarrista Clemente Nascimento, da banda Inocentes, passou a integrar o grupo, trazendo um estilo mais punk agressivo ao quinto álbum de estúdio, “R ao Contrário” (2006). Cinco anos depois, a banda lançou um novo disco ao vivo, “Rachando Concreto”, ao vivo em Brasília. Em 2014, é lançado o “Nação Daltônica”, e em 2018, o DVD ao vivo “Primórdios”.

O PLANTAE

O grupo O Plantae é uma banda brasiliense, que mescla o rap, rock com regionalismo, para transmitir sua visão sobre a vida, sobre as nossas ações, sobre o mundo e as relações sociais.

O Plantae é resistência, assim como uma planta que quebra o cimento cresce e tomar a cidade. A banda quer, portanto, romper com a dureza e a impessoalidade alastrada na era digital, pelo uso de formas orgânicas, manuais e de grande conexão com o espírito humano. Critica o senso comum e busca a retomada da conexão das relações com um olhar mais fraterno sobre o mundo.

O TAROT

O Tarot é uma banda-caravana que traz em sua obra os arquétipos do baralho do tarô e seus significados. Com sua música brasileira temperada com elementos multiculturais, também explora no palco uma performance que constrói cenários afim de criar um ambiente catártico para seu público.

A banda tem ganhado destaque em virtude de seus shows potentes, com forte carga cênica, e pela riqueza de suas composições e letras, com arranjos que fundem estilos musicais variados. O grupo conta suas histórias indo do tango à música cigana, do baião ao flamenco, de baladas pop ao rock progressivo.

O grupo brasiliense estreou em novembro de 2016, com o EP “Zero”, muito bem recebido pelo público e pela crítica especializada, que alçou a banda a festivais como Porão do Rock e Móveis Convida e a casas tradicionais de Brasília, como o Clube do Choro, CCBB, Sesc e Caixa Cultural. A banda também ficou entre os finalistas do PPM – Prêmio Profissionais da Música, na categoria Pop & Groove, em 2018.

O Tarot lançou em maio de 2018 o álbum “A Ilha de Vidro”, com 12 músicas inéditas que expandem o conceito de música nômade criado no primeiro EP, lançado através da arrecadação de mais de 20 mil reais em campanha de financiamento coletivo para a concepção do novo disco.

A concepção do disco percorreu mais de um ano de intensos trabalhos, solidificando a parceria com Ricardo Ponte (ganhador do Grammy Latino em 2016) que assina a produção, mixagem e masterização.

O Tarot tem como principais instrumentos Caio Chaim (voz, teclado e letras); Lucas Gemelli (acordeon, guitarra, bandolim e letras); Vinicius Pires (guitarra); Victor Neves (baixo) e Tavares (bateria e percussões).

NUGGETZ

Trio brasiliense de Dub Core liderado pelo experiente Frango Kaos (baixo, synths e efeitos) juntamente com Caio Bahia (guitarra) e Thaise Mandalla (bateria), formado no início de 2016. Nesse projeto, Frango alia seus conhecimentos de músico e técnico de som, produzindo em tempo real os clássicos efeitos de Dub porém sobre uma base orgânica, abusando das frequências sonoras e do que elas podem promover no campo das sensações.

NEVER LOOK BACK

A banda Never Look Back foi formada em Taguatinga no inicio de 2015, como projeto paralelo das bandas dos seus integrantes: Wellington Mota (voz) e Kenji Matsunaga (guitarra) ex-Lost In Hate, João Bosco (baixo) ex-Bootlegs e Marcelo Maia (Bateria) Shotgun Killa.

Tomando forma e trabalhando como prioridade no final de 2016 quando foram gravadas em estúdio as duas primeiras singles que compõem um EP de 6 músicas lançado no primeiro semestre de 2017. A primeira música de trabalho foi lançada em versão clipe foi “Never Surrender” que teve grande aceitação pelo público gerando convites para eventos em todo o DF e fora, a música “Time To Rise” foi lançada em forma de lyric vídeo nas redes sociais.

MATAMOROS

A Matamoros surge com uma nova onda de bandas que impõem seu espaço no meio de um cenário musical que se renova. Formada por Louise Boeger no vocal, Ivan Sasha na guitarra, Alysson Stemier no baixo e Júnior Araújo na bateria. A banda tem uma sonoridade própria com influências variadas que vão do hard rock e heavy metal à MPB e rap.

As letras das músicas falam sobre conflitos emocionais, o cotidiano da banda e histórias vividas pelos integrantes. O disco homônimo tem 10 faixas e foi lançado em 2017, tem produção de Thuyan Santigo, que faz parte da banda Toro (que fez parte do line up do Porão do Rock ano passado) e escolheram a música “Como a Poeira” para virar videoclipe.

LUPA

São quatro anos de estrada desde a sua primeira demo até hoje, com de um ano do lançamento de seu CD e mais de 50 shows pelo Brasil, contam com mais de 450 mil plays em plataformas de streaming, além de mais de 50 mil fãs engajados em suas principais mídias sociais.

O rock alternativo feito por Múcio Botelho (vocais e guitarra), João Pires (bateria), Lucas Moya (baixo), Victor Cavalcanti (guitarra) e André Pires (teclado), evoca principalmente o amor em suas letras e trata de sexo sem tabu.

Entusiastas da relação próxima e única com os fãs, Lupa lota casas por onde passa e tem no currículo a divisão de grandes palcos com nomes como Gilberto Gil, Tiago Iorc, Pabblo Vittar, Baiana System, Boogarins, Carne Doce, Plutão Já Foi Planeta, Zimbra, Elza Soares, Supercombo, Versalle, Vivendo do Ócio, Autoramas, Ego Kill Talent, Braza, além de seus conterrâneos e amigos da Cena do Novo Rock Brasiliense Scalene, Dona Cislene e Alarmes. No currículo constam as apresentações em grandes eventos e festivais como: Festival Bananada 2018 (GO), Festival Buzina Experience (SP), Festival Grito Goiânia 2018 (GO), Festival Porão do Rock 2017 (DF), Festival Paralelo Sonoro 2017 (GO), Funn Festival 2017 (DF), Festival Cega Rega 2017 (DF), Sofar Sounds LONDRES-BSB 2017 (DF) e turnês pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Goiás e no Distrito Federal. Além disso, gravaram o Showlivre Ao Vivo 2017 (SP), e foram retratados no documentário “A Novas Cena” – exibido pela Caixa Cultura, como uma das bandas mais representativas do Novo Rock Brasiliense.

A materialização de todo o carinho que Lupa recebe do público – que integra fãs clubes consolidados em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Acre e Rio Grande do Norte, além da capital federal – aconteceu com o primeiro disco, que contou com financiamento coletivo. Para a gravação de “Lupercália” (2017), a banda alcançou 150% da meta proposta inicialmente ao projeto. O nome do álbum é inspirado na nomenclatura dada a um festival pagão relacionado a fertilidade. As canções trazem nas composições temas como a entrega e o modo como encaramos o sexo, seja sozinho ou em um relacionamento.

O primeiro clipe do álbum foi o do single “Justo Eu”. No vídeo, alternam-se imagens dos músicos tocando com cenas bem-humoradas que brincam com o senso comum de expressões relacionadas ao sexo como “descabelar o palhaço” (literalmente) e “molhar o biscoito” – no leite, no caso. A intenção é trazer a naturalidade de volta ao tema e a relação que temos com nosso corpo e o prazer.

FALLEN ANGEL

Uma das bandas pioneiras do heavy metal de Brasília, formada em 1986, por Henrique Behr (Alemão) na voz, Rodrigo Bulhões no baixo, Helder Bomfim na bateria, Alexandre Parente e Fejão nas guitarras. O grupo ficou pouco tempo na ativa se desfazendo em 1988, após boa repercussão na mídia e nos festivais.

Após 21 anos, em 2009, foram convidados para participar do DVD DF Metal, que resgatou a história de 4 bandas de Brasília nos anos 80/90, também contém uma homenagem ao guitarrista Fejão (falecido em 1996). Nesse mesmo ano, a banda se reuniu para apresentação na 11ª edição do Festival Porão do Rock na Esplanada dos Ministérios a convite da organização do evento. Em 2010 tocou no Marreco’s Fest e no FERROCK (Festival Revolução e Rock) e no Cult 22 Rock Bar, no Festival Cult 22 – 20 Anos, em dezembro de 2011.

Atualmente, a banda se encontra ensaiando para gravação de um CD com 12 músicas autorais.

ELLEFANTE

Desde 2016 o trio está rodando, produzindo e fazendo shows pelo Brasil. Mas é possível dizer que o ano de 2017 foi especial. Após o lançamento dos dois primeiros singles pelo “mezanino sessions” a banda foi convidada a fazer a sua primeira Tour Internacional na Alemanha.

Algumas das conquistas daquele ano foram o show no famoso “Lott Festival” na cidade de Raversbeuren pra mais de 30 mil pessoas, e o “Confluentes Festival” na cidade de Koblenz para mais de 9 mil pessoas. A banda foi a única representante brasileira e da América Latina nos dois festivais internacionais.

O trio brasiliense é formado pelo vocalista e guitarrista Fernando Vaz, pelo baixista Adriano Pasqua e pelo baterista João Dito. As músicas da Ellefante tem uma proposta madura e fazem um mix de música brasileira, pop blues e outras influências do rock alternativo que vão de folkmusic até ritmos africanos. As influências são uma mistura de nomes brasileiros como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Jorge Ben e nomes internacionais como Jeff Buckley, John Mayer com uma pitada de psicodelia do Beck.

Em 2018 a ELLEFANTE fez o lançamento do seu primeiro álbum intitulado “Mansidão”. O disco apresenta 12 faixas autorais que somam aproximadamente 48 minutos de reprodução. O trio se prepara para a tour do álbum pelo Brasil começando por Brasília e outras cidades e segue para a sua segunda tour europeia marcada para o dia 22 de agosto em Portugal.

DFC

Formada na cidade de Brasília-DF durante o ano de 1993, conhecida no meio alternativo pelo seu hardcore rápido, empolgante e também pelo sarcasmo político e irônico de suas letras, a DFC (Distrito Federal Caos) é hoje uma referência da música pesada no cenário brasileiro.

Realizando shows ininterruptamente desde o ano de sua criação, a banda sempre leva aos palcos a expressão de suas canções em uma contagiante interação com o público. Com apresentações em centenas de eventos por toda extensão do país, dividiram o palco com as principais bandas nacionais como Ratos de Porão, Sepultura, Cólera, Inocentes, Garotos Podres.

Possuindo sete álbuns próprios, oito splits e incontáveis participações em coletâneas pelo Brasil e mundo a fora, o DFC espalhou sua barulhenta arte por todo o planeta em lançamentos fonográficos em países como Japão, República Tcheca, Estados Unidos, Portugal, Argentina, Colômbia, Peru, Rússia, Turquia, Alemanha, Malásia, Indonésia e Canadá.

No ano de 2007 a banda partiu para sua primeira turnê europeia onde foram realizados 28 shows, passando por 12 países (Holanda, Bélgica, França, Espanha, Portugal, Itália, Eslovênia, Croácia, Hungria, República Tcheca, Alemanha e Polônia).

Hoje o DFC conta com Túlio no vocal, Miguel na guitarra, Leonardo no baixo e Bruno na bateria e continua a divulgar sua música rápida e direta com seus novos lançamentos e através de suas energéticas apresentações.

DEVICE

Oriundo do Distrito Federal, Device foi formado em 2004, com intuito de propagar suas ideias através de letras e músicas agressivas, calcados entre o death e thrash metal.

Três anos após a sua formação, a banda liberou o EP “Behold Darkness”, cujas canções inclusive fazem parte da trilha sonora do filme independente “A Capital dos Mortos”, o primeiro longa-metragem nacional do gênero zumbis. Em 2009 o EP passou a ser distribuído pela Europa através do selo Death Toll Records e se revela um excelente registro para ser conhecido pelos amantes da música extrema.

Em 2010 a banda entra em estúdio para gravar seu primeiro álbum full-lenght intitulado “Antagonistic”, lançado de forma independente e que contou com masterização do britânico Russ Russell, responsável por trabalhar com grandes nomes da música extrema. Musicalmente, a essência do som é a mesma que havia sendo proposta: uma máquina fria e precisa de death com algumas pinceladas de thrash metal, e elaborados com a classe e atmosfera furiosa de quem é comprometido com o underground. Vale ressaltar que com este material, a banda foi convidada para uma turnê pelo nordeste brasileiro e ganhou o prêmio de melhor CD do ano no festival “Marreco’s Fest”.

No ano de 2011, a banda recebe convite para representar o Brasil na coletânea Global Metal da revista inglesa Metal Hammer. No festival Porão do Rock, eles apresentam o EP Godless (2018). Device é Italo Guardieiro – Vocais, Daniel Gonçalves – Baixo, Marco Mendes – Guitarra e Diego Campos – Bateria.

DESONRA

Em meados de 2014, em Brasília (DF), os irmãos Beto Padilha (baterista) e Luiz Araújo (guitarrista) decidem montar uma banda que tivesse um som agressivo e pesado, e que as letras refletissem a decadência da humanidade, porém, mostrando que existem outras formas de ser e viver.

Após alguns meses ensaiando e fazendo música sozinhos, encontram o baixista Henri Diop, que prontamente entra para a banda. Faltava um vocalista que desse vida às letras. Em um teste para vocal, Clayton Souza canta “Roots”, do Sepultura. No primeiro grito já sabem que ele está na banda! Nasce a DESONRA!

Após vários ensaios e pré-produções, decidem gravar duas músicas que simbolizam bem essa fase da DESONRA, “Boneco Morto” e “Morte”. Lançadas em fevereiro de 2016, na forma de EP, nas principais plataformas de streaming do mundo, têm um feedback muito positivo e que abrem portas para vários shows.

Em agosto de 2016, Henri sai e quem entra em seu lugar é Mike, que traz uma nova energia para a banda. Com essa formação, a agressividade e peso que sempre nortearam as composições, encontram solo fértil para se desenvolver.

Mas durante as gravações do CD, no início de 2017, ocorre algo inesperado. Clayton deixa a banda e os trabalhos param durante um tempo. Após alguns testes e conversas, Cleiber Mota assume a responsabilidade de elevar o patamar da banda e o início é promissor!

O som da DESONRA passeia pelo Metal, Hardcore, Thrash e não se prende a clichês. Na busca de um som com DNA próprio, a DESONRA abusa nas guitarras nervosas, bateria pesada, baixo agressivo e vocal violento. A banda quer marcar o seu espaço na cena. Com influências de Metallica, Slayer, Pantera, Overdose, Black Sabbath, Sepultura, Macakongs 2099, Violator, Nasty, entre outros, a DESONRA prepara o seu próprio caminho.

DECEIVERS

A banda iniciou suas atividades em 1994. Sua primeira demo-tape “Redrum”, em cassete, teve 4 mil cópias vendidas, agradando consideravelmente a mídia especializada e os fãs do estilo.

Em agosto de 1999 foi lançado, o primeiro trabalho em CD, intitulado ‘Third Machine’. Com excelente repercussão do seu debut, o grupo seguiu em turnê nacional, marcando presença em vários festivais como o “Porão do Rock” em 2000, 2002, 2005 e 2010, Goiânia Noise e Bananada em Goiânia, Festival Calango em Mato Grosso, Rocketeria em Fortaleza, Tendencies em Palmas, entre outros.

Foi vital para divulgação de seu trabalho, a participação em várias coletâneas nacionais e internacionais. Destaque para a coletânea “New Metal” (esta compilação acompanhou a revista “TRIP”) contando com a parceria da gravadora Century Media que incluiu várias bandas de seu cast como Krisiun, Stuck Mojo, Nevermore e Shelter.

Em virtude do esgotamento de suas cópias independentes, em meados de 2001, o cd ‘Third Machine’ foi relançado no Brasil pela gravadora 53HC de Belo Horizonte. O mesmo trabalho foi licenciado e distribuído na Austrália, Nova Zelândia e Europa pela gravadora australiana Shutdown Rekordz.

No final de 2003, DECEIVERS finalizou a gravação e mixagem de “Everbreathe”, uma produção de Gustavo Vazquez no estúdio A.R.E.A. 13 em São José do Rio Preto. O álbum foi masterizado por Alan Douches no estúdio americano West West Side – conhecido por seu trabalho com artistas de peso como Hatebreed, The Chemical Brothers, Thrice, Sick of it All, Seputura, entre outros.

Entre julho e dezembro de 2003, a banda residiu em Los Angeles nos Estados Unidos, onde realizou excelentes e memoráveis shows, incluindo apresentações no Hard Rock Cafe de Beverly Hills e Club Lingerie em Hollywood, local que já teve em seu palco nomes como Nirvana e Red Hot Chilli Peppers.

De volta ao Brasil, DECEIVERS finalizou um clipe para a faixa título “Everbreathe”, produzido pela banda e pelo diretor Paulo Caetano (Conspiração Filmes), que entrou na programação da MTV Brasil. “Everbreathe” foi lançado em parceria com a gravadora 53HC.  

Em julho de 2010 a banda lançou o EP “Paralytic”, seu mais novo trabalho, produzido por Gui Negrão (DFC, Etno, Slug, Optical Faze) no conceituado estúdio Refinaria em Brasília e masterizado por Justin Shturtz (Slipknot, Fall Out Boy, Bjork, Evanescence, Maroon 5, My Chemical Romance) no mais especializado estúdio do genêro, Sterling Sound em NY.

A banda está em plena tour de divulgação do seu novo álbum de estúdio POISONING, masterizado e finalizado pelo renomado dinamarquês Jacob Hansen (Heaven Shall Burn, Neara, Hatesphere, Volbeat) e produzido pelo experiente Marcos Pagani (DFC, Violator). Não apenas a concretização de um sonho, mas também um passo acima marcando a nova, e melhor que nunca, fase da banda.

CLAUSEM VITROLA SOUND

Depois de passar por várias bandas, (Nulimit, Bossafunk e outras) Clausem Bonifacio mergulha em um trabalho solo e reúne um reportório autoral voltado para rock.  Assumindo de vez a sonoridade das guitarras com uma pegada vintage, Clausem traz músicas novas e antigas composições em nova roupagem.

Na banda montada especialmente para essa nova fase, conta com o inigualável Haroldinho Mattos e sua guitarra arrasadora , transformando de vez a experiência de ouvir –CLAUSEM  VITROLA SOUND. O novo trabalho esta em fase gravação e terá lançamento até o fim de 2018.

CENTROPIA

Lauro Aires e Salto Triplo trarão ao Porão do Rock o recém-lançado álbum “Centropia II”. A banda volta a Brasília depois de realizar apresentações em Berlim, Bordeaux e Lisboa.  O novo álbum vem mais roqueiro do que o primeiro “Centropia” (2015), mas conserva o mesmo estilo de composições – que na verdade é uma mistura de estilos.

Centropia é um projeto concebido para ser um som de Brasília, uma cidade plural, influenciada pela cena internacional das embaixadas estrangeiras, pelo sotaque nordestino das feiras, pela culinária mineira, pelos ritmos de Bob Marley e, sobretudo, pelos acordes roqueiros.

A formação do projeto Centropia engloba um pouco dessa diversidade. Lauro Aires (violão, guitarra e voz) assina todas as músicas, sendo várias em parceria com Marcelo Lima (bandolim, guitarra, violão e voz), arranjador e diretor musical do projeto, que vem com seu grupo Salto Triplo, formado por Fernando Rodrigues (baixo, viola, percussão e voz) e Renato Glória (bateria e percussão).

Em 2014, o Salto Triplo venceu o festival da Rádio Nacional com a canção “Bora Lá”. Em 2015, o álbum Centropia foi citado entre os melhores álbuns do ano por veículos especializados. O “Centropia II” vem conseguindo bom retorno da crítica, com presença forte nas rádios de Brasília.

CADIBODE

Em 2011, Bolhão, André de Toca, Pidou e Cacaes decidiram montar uma banda de hardcore, foi assim que apareceu o Cadibode. Após um período de ensaios e composições a banda gravou seu primeiro álbum homônimo. Em 2013, o Cadibode tocou no Festival Porão do Rock, onde recebeu elogios pela energia no palco de jornalistas e do público, porém a banda perde seu baterista e passa 2014 na procura de um novo até achar Mikuym, que em 2015 já toca com a banda abrindo para o Dead Fish, de novo, só que agora no Circo Voador no Rio de Janeiro.

Em 2016, o grupo lança o disco “Ficar Doido é Fei”, com produção de Lampadinha. O show de lançamento conta com os Raimundos no Carioca Club em São Paulo, e logo após a banda cai na estrada visitando 50 cidades em 11 estados nas 5 regiões brasileiras, percorrendo mais de 20 mil km.

BRUTO

O Bruto é uma banda de metal formada em 2004 em Brasília. Aborda, em suas letras em português, questões sociais e mazelas do cotidiano brasileiro. Em 2006, lançou a homônima demo de estreia. No mesmo ano participou pela primeira vez do festival Porão do Rock.

Em 12 anos de estrada já tocou em vários festivais independentes pelo país. O primeiro álbum, “Mundo Destruído”, saiu em 2011. Em outubro de 2013 gravou um DVD ao vivo lançado em 2014 em show realizado no Teatro Garagem do Sesc (913 Sul). Atualmente conta com Kbça (voz), Deuel e Leo (guitarras), Daniel (baixo) e Sávio Américo (bateria).

AGRESSIVO PAU PÔDI

Brasília, legalização, soco na cara, skate e protesto. Esses são os elementos que influenciam o hardcore direto que o Agressivo Pau Pôdi grita. Começaram as apresentações no evento Baned in Valeria, na Casa da Val em 2016, desde lá vêm tocando em todo o Distrito Federal.

Em 2017 lançaram o album “Derreteu Meu Cerebelo” e fecharam o ano tocando no Porão do Rock. Em 2018 lançaram dois singles e seu primeiro videoclipe.

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