O que já falaram sobre o PDR

Pitty
"Ter tocado no Porão no começo deste meu novo projeto foi não só importante como emocionante. Claro, desde muito tempo antes, eu já conhecia o festival através dos contatos que tinha na cena por conta da minha primeira banda, Inkoma. Tocar ali, era sinônimo de moral para qualquer banda independente, bem como uma bela vitrine. Os line ups eram bons, estrutura idem. Quando soube que iria finalmente tocar lá - e no palco principal - fiquei eufórica e animada, disposta a fazer o melhor show da minha vida. É uma plateia exigente e que conhece música, além das baboseiras que estão na moda ou somente na mídia, e eu sabia disso. Ano passado, tocamos novamente e, dessa vez, junto com o Muse, banda que absolutamente adoro e foi uma das noites mais especiais da minha carreira."
Frejat - Barão Vermelho
"O Porão do Rock é um evento que faz parte do circuito de renovação da cena musical brasileira formado por alguns festivais regulares fora do eixo Rio-São Paulo. Exercendo esse papel, ele tem uma importância tão grande ou maior do que os grandes espaços brasilienses que recebem os nomes consagrados da nossa música em Brasília, porque se estes sustentam o prestígio e a continuidade dos artistas já merecidamente reconhecidos, o Porão, por sua vez, promove e estimula a renovação da cena musical em nível local e nacional sugerindo novos talentos e possibilidades futuras. Estive como membro do Barão Vermelho realizando o show final da noite de uma de suas edições e todos nós do grupo sabíamos claramente que a nossa presença ali era a nossa forma de avalizar esse tipo de iniciativa tão saudável para a nossa música."
Philippe Seabra - Plebe Rude
"Se o rock de Brasília dos anos 80 colocou Brasília no mapa musical, o Porão do Rock fincou a bandeira, consolidando de vez a cidade como a Capital do Rock."

"O Porão do Rock é a cara de Brasília. Acabei de fazer uma longa e prazerosa viagem pela história do Rock candango ao ler o livro do Carlos Marcelo, "Renato Russo - O filho da Revolução". Fiquei ainda mais fascinado ao perceber e entender melhor a perspectiva histórica, sociológica e cultural que deu à Brasília o apelido de Capital Brasileira do Rock".
Silvestre Gorgulho (Ex-Secretário de Estado e Cultura do DF)
"Desde 2004, a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego vem contribuindo no debate e na afirmação de um circuito independente de música através do apoio aos festivais de música independente e na construção de relações de trabalho mais solidárias entre os elos desta cadeia produtiva. A criação da ABRAFIN – Associação Brasileira de Festivais de Música Independente foi um importante passo para essa consolidação e a presença, como uma das lideranças deste cenário, do Festival Porão do Rock, o maior e mais importante da música independente nacional, com suas 12 edições realizadas, fortalece e legitima esse movimento."
Dione Soares Manetti (Ex-Diretor de Fomento à Economia Solidária, SENAES - MTE)
"O Porão do Rock é um festival que marca a cena musical do país, numa capital que deu uma enorme contribuição para a evolução e contemporaneidade do rock nacional. A continuidade do "porão" diz respeito ao futuro do rock brasileiro e de sua fiel plateia de admiradores e fruidores."
Alfredo Manevy (Ex-Secretário Executivo do Ministério da Cultura)
"Essa incrível nacionalização da música independente no Brasil passa por Brasília e principalmente pelo Porão do Rock. Sua escalação variada e, sempre bem movimentada, com um vibrante público numeroso, foi um dos que ajudou a tirar o indie do porão, a despeito do próprio nome do festival. Ainda bem que existe no Brasil festivais como o Porão do Rock, que apesar da alma independente, chama quase tanta atenção aos grandes festivais endinheirados do país, sem dever nada em estrutura."
Lúcio Ribeiro (Jornalista e DJ, Folha de São Paulo, Programa Popload, Revista Capricho, Homem Vogue)
