ONG

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De um festival independente de música, criado em 1998, o Porão do Rock tornou-se oficialmente, em 2002, uma organização não-governamental (ONG). A entidade, sem fins lucrativos, passou a ser gestora da marca. E, em 2009, assumiu também a produção executiva do festival.

Composta atualmente por oito conselheiros, entre músicos, produtores e jornalistas da cidade, a ONG Porão do Rock tem como principal objetivo dar visibilidade para a cena musical de Brasília, unindo os artistas e bandas locais com o que está acontecendo no cenário nacional. E, com isso, possibilitar a geração de empregos e de tecnologia, a criação de mercado para os artistas começarem suas carreiras, a formação de novos profissionais e a promoção de intercâmbio com as cenas musicais de outros estados do país.

 

PORÃO SUSTENTÁVEL

 
Engajada na promoção de campanhas públicas, a ONG Porão do Rock já coordenou, desde 2003, diversas atitudes sociais dentro do festival. A partir de 2014, elas passaram a fazer parte do Programa Porão Sustentável, que consiste no investimento em ações de redução dos impactos ambientais e do estímulo à responsabilidade social a partir de um Plano de Sustentabilidade e Legados, elaborado com o apoio do Sebrae-DF. A ideia central é induzir a prática da economia verde na produção de eventos culturais no Distrito Federal com contratações, comunicação e marketing sustentáveis, incentivo ao consumo consciente, formas de mobilidade urbana que emitam menos CO2, acessibilidade, redução e neutralização de carbono, coleta seletiva e solidária dos resíduos gerados e ações sociais, entre outras. As ações abrangem desde a produção, os fornecedores, o público e também os artistas, assim como as etapas de montagem, evento e desmontagem, sendo toda a equipe orientada para o alcance dos resultados esperados.

* Rock contra a Fome – A ONG arrecadou um total de mais de 200 toneladas de alimentos não-perecíveis junto ao público presente entre 2003 e 2014. Tal ação foi contemplada três vezes (de 2004 a 2006) pelo SESC/DF, parceiro da campanha, com o Certificado de Empresa Socialmente Responsável. O prêmio é conferido a empresas públicas ou privadas que foram parceiras ou contribuíram em projetos sociais empreendidos pela instituição. Todos os alimentos foram repassados para o programa Mesa Brasil, do SESC, que atende a mais de 100 entidades carentes do Distrito Federal. Cada pessoa que for ao festival precisa levar obrigatoriamente 1kg de alimento não-perecível, a ser entregue na portaria do evento. Sem o alimento não entra no Porão!

* Voluntários do Porão – A cada ano, a ONG desenvolve um trabalho de recrutamento, capacitação e treinamento de voluntários nas diversas funções técnicas, artísticas, executivas e de comunicação do festival, entre outras. Ao final, todos os participantes recebem certificados. Em 2014, essa ação foi feita em parceria com o Instituto Federal de Brasília – IFB.

* Rock Dá Pedal / Vá de Bike – Desde 2013, preocupada com a mobilidade urbana, a ONG Porão tem parceria com a ONG Rodas da Paz de forma a estimular o público a ir ao festival de bicicleta. Duas tendas foram montadas na entrada da arena – supervisionadas pela Rodas da Paz – que receberam as bicicletas com toda a segurança e conforto. Ao longo do evento foram exibidos vídeos sobre a ação.

* Roda do Livro – Em 2014, a ONG Porão do Rock apoiou a campanha: o público pode levar qualquer livro de literatura e trocar por outro na tenda da ONG Rodas da Paz.

* Carona Solidária – Os 50 primeiros carros que chegaram à arena (por dia de evento) levando quatro ou cinco pessoas tiveram acesso ao estacionamento VIP. O mesmo valeu para ônibus e/ou micro ônibus. A ideia é reduzir a quantidade de veículos em torno do festival.

* Bolsa Rock – Desde 2012, em parceria com a Secretaria de Educação, a ONG disponibiliza ingressos gratuitos para os alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal. A Secretaria recebeu uma carga de 5 mil ingressos e repassa para as próprias diretorias das escolas que, por sua vez, distribuem entre os alunos.

* Rock na Escola- A partir de 2014, também em parceria com a Secretaria de Educação, a ONG visitou escolas públicas do Distrito Federal para apresentar vídeos e promover bate-papos que contam a história do festival e do rock do DF, além de gincanas culturais valendo brindes aos alunos participantes.

* Espaço Porão Sustentável – Em 2014, uma tenda foi montada na entrada da arena para mostrar várias ações socioambientais desenvolvida pelo Porão do Rock, tais como inventário das emissões de CO2 e neutralização por meio da plantação de mudas em parques ecológicos do DF, em parceria com o Instituto Brasília Ambiental (Ibram). Além disso, houve utilização de materiais recicláveis em móveis e objetos do festival, além de coleta seletiva de lixo.

* Acessibilidade – Desde 2007, a ONG oferece acesso gratuito ao festival para a pessoa com deficiência e seu acompanhante, destinando uma área especial com visão privilegiada, acessibilidade e segurança.

 

EM ANOS ANTERIORES

 
* Anjos do Porão – Preocupada em manter o bem-estar dos presentes ao festival, a ONG desenvolveu a figura dos Anjos do Porão, voluntários que orientam o público sobre como encaminhar a doação de alimentos na portaria do evento, transitam na arena para verificar casos de embriaguez e mal súbito e/ou encaminham pessoas aos postos médicos montados no local.

* Doação de órgãos também é rock – Em 2013, a ONG, em parceria com o Grupo de Transplantados Pulmonar Respirar Brasil (GTPR), realizou uma importante campanha de fomento à doação de órgãos e tecidos. A ideia foi sensibilizar e informar o público presente sobre a importância dessa atitude e destruir mitos relacionados a quem pode ou não doar.

* Fique Sabendo / Vista-se – Ao lado da Coordenação Nacional de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e AIDS do Ministério da Saúde (DST/Aids), a ONG ajudou a divulgar, em 2003, a campanha Fique Sabendo, que conscientiza sobre a necessidade do exame de diagnóstico do vírus HIV. Na arena do festival foram ministrados mais de 200 testes gratuitos. Em 2005, foi a vez da campanha Vista-se, de orientação sobre a necessidade do uso de preservativos sexuais, a “camisinha”. Todos os artistas do festival literalmente vestiram a camisa da campanha, posando para fotos e demonstrando a importância da iniciativa.

* Sexo, prevenção e rock and roll – Em 2007, uma parceria no mesmo sentido foi firmada com o Instituto Sabin, que distribuiu gratuitamente mais de cinco mil preservativos e levou à arena do festival esquetes com o tema O auto da camisinha, interpretado pelo grupo brasiliense de teatro Hierofante.

* Ligue-se na Música. Desligue-se das Drogas / Use música. Não deixe a droga controlar sua vida – Em trabalho conjunto com o Escritório das Nações Unidas contra as Drogas e o Crime (Unodc / ONU) e a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad / Ministério da Justiça), a ONG desenvolveu, em 2004, a campanha Ligue-se na Música. Desligue-se das Drogas, com ações de orientação contra o uso abusivo de drogas em geral por meio da distribuição de panfletos e cartões de orientação contra os malefícios das mesmas e a exibição de imagens no telão. Por tal iniciativa, a entidade recebeu das mãos do general Jorge Armando Félix, ministro-chefe da Segurança Institucional da Presidência da República, o Diploma do Mérito pela Valorização da Vida, em solenidade ocorrida em junho de 2005, no Palácio do Planalto. Em 2007, uma nova parceria com o Unodc/ONU foi desenvolvida na campanha Use música. Não deixe a droga controlar sua vida, com o mesmo objetivo da campanha anterior.

* Espaço Memória da Música Candanga – O pontapé inicial para este projeto foi dado em março de 2004, quando integrantes da ONG e da direção do Museu Vivo da Memória Candanga foram recebidos pelo então ministro da Cultura, Gilberto Gil. Na ocasião, foi entregue a ele uma guitarra, que foi autografada e leiloada com renda revertida para o novo espaço.

* Se Beber, Não Dirija / Pedimos RG – Em 2005 e 2006, em parceria com a Ambev, a campanha Se Beber, Não Dirija orientou o público a moderar na ingestão de bebidas alcoólicas. E, em caso de excesso, não dirigir nenhum veículo na saída do evento. Foram disponibilizados três ônibus, adesivados com a marca da ONG e da Skol, que fizeram gratuitamente o percurso rodoviária-festival-rodoviária durante os três dias do evento. Além da campanha Pedimos RG, que disciplinou a venda de bebidas alcoólicas somente para maiores de 18 anos, garantindo o cumprimento da lei no Porão do Rock.

* Coleta Seletiva / Tudo Limpo no Porão – Em 2006, em parceria com a cooperativa 100 Dimensão, da cidade de Riacho Fundo (DF), foi preparado um programa de conscientização sobre a importância da coleta seletiva na preservação do meio ambiente. A cooperativa fez também uma exposição de produtos confeccionados por eles com a utilização de materiais reciclados. Em 2007, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), foi criada a campanha Tudo Limpo no Porão. O lixo produzido nos dois dias do evento foi coletado de forma seletiva e destinado ao SLU para tratamento e reciclagem.

* Atitude Verde – Em 2012, em parceria com a empresa Zero Impacto (ZI), a ONG disponibilizou um espaço especialmente voltado para a coleta de lixo eletrônico e atividades divertidas e educacionais sobre reciclagem. No stand, o público do festival pode depositar equipamentos eletroeletrônicos, posteriormente encaminhados para reciclagem ou reuso. O objetivo dos procedimentos foi conscientizar sobre a importância da correta destinação desses resíduos por meio de ações dinâmicas.

* Oficina para DJs – Em 2006, ao lado do programa Picasso não Pichava e da então patrocinadora Claro (telefonia celular), foi disponibilizada a entrada no festival de 30 adolescentes da cidade de Ceilândia (DF), e oferecida a eles oficinas para DJs, sob a coordenação do DJ Chokolaty. Os jovens aprenderam os segredos da mixagem e tiveram noções de batidas e estilos musicais.

* Turismo Sustentável e Infância – Em 2009, a ONG apresentou nos telões do festival o vídeo do programa Turismo Sustentável e Infância, na divulgação da campanha sobre o enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes. Criado pelo produtor Daniel de Souza, filho do sociólogo Herbert “Betinho” de Souza, o vídeo foi desenvolvido em parceria com a ONG Porão do Rock e traz imagens em animação de jovens e crianças de várias cidades do país se divertindo responsavelmente em shows de rock.

* Porão na Roda (Ciclo de Conferências Livres) – Entre 2009 e 2012, antes da maratona de shows, a ONG promoveu um Ciclo de Conferências Livres, na Biblioteca Nacional ou no Museu da República (Eixo Monumental, centro de Brasília), batizado como Porão na Roda. Participam músicos, produtores (de eventos e fonográficos), agentes culturais e representantes do Ministério da Cultura e de diversas entidades, entre outros, e são discutidos temas relativos ao mercado da música.

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